não acredito

02 Abr
2 Abril, 2010
teco sem-rabo e o fantasma

teco sem-rabo

Nem estou em mim. Descobri por pura casualidade os meus mais antigos textos. Poemas e contos? de 1985/1986.
Estavam num baú cheio de artigos diversos, como, por exemplo, algumas medalhas de torneios de xadrez que participei.
Vi-me novamente com os meus deliciosos livros do “Teco Sem-Rabo” de 1976 – tinha eu 8 anos. E estou a empunhar uma arma branca da minha adolescência, oferendo do meu Tio João.
Entre poemas e contos? descobri os meus artigos de cariz político publicados no “Barcelos Popular” entre 1987-1992 sensivelmente.

Mas entre todos estes e outros tesouros tenho ao meu lado a minha primeira banda desenhada: “O Gigante das Barbas de Oiro”, edição de Portugal Press (1973) tinha eu apenas 5 anos, mas já sabia ler – andei em explicações privadas para entrar directamente para a 2ª classe e assim acompanhar a minha irmã que é mais velha do que eu um ano. O que estava a escrever!

Vou dando-me notícias.

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