lol, camouflage 9.0 – in the desert

01 Nov
1 Novembro, 2016

Armand Sillègue and Henri d’Aramitz left behind the Hotel Chez le Pacha. They walked unhurriedly towards the Draa River. In each step they felt the throbbing desert presence and even the M’Hamid Mosque displayed a unique melancholy silence. The atmosphere of M’Hamid El Ghizlane was impregnated with an indescribable glow – poetry. This night promised to be even more special. The day before they had heard the aromatic music of Génération Taragalte; they had been enraptured, lying on the sand of the desert, idyllically stargazing, but they had felt, above all, how it is exhilarating to listen to the legends of the Sahara told around the campfire – a paradise on earth.
They stopped near a tree that guarded at its feet an Al Khayma. They led themselves in through the south entrance and sat next to the host, Isaac de Porthau, a Frenchman, captivated by the charms of the desert, who had invited them to a ‘night of magical discoveries!’
Sitting on a carpet composed of symmetrical geometric patterns, they inhaled, from a hookah, the aromatic tobacco smoke. The peach smell deodorized the environment. The eyes scrutinized the only object that dazzled, with an illogical gold inside the Al Khayma, a lamp.
The magical silence that could be felt was broken by Isaac de Porthau.
‘It is said that the tale of Aladdin was placed in One Thousand and One Nights by Antoine Galland to outwit the curious. Aladdin’s story is true and his magic lamp is this one that our eyes see.’
‘If that is so, why did you invite us?’ asked Henri d’Aramitz.

[… an excerpt …]

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1 reply
  1. paulo brito says:

    Armand de Sillègue e Henri d’Aramitz deixaram para trás o Hotel Chez le Pacha. Caminharam sem pressas na direcção do Rio Drá. Em cada passada sentiam a presença pulsante do deserto e até a Mesquita M’Hamid ostentava um silêncio melancólico único. A atmosfera de M’Hamid El Ghizlane estava impregnada de um fulgor indescritível – poesia. Esta noite prometia ser, ainda, mais especial. No dia anterior tinham ouvido a música aromática da Génération Taragalte; tinham extasiado, deitados sobre a areia do deserto, com a observação idílica das estrelas, mas tinham sentido, acima de tudo, o quanto é estimulante ouvir as lendas do Sahara contadas à volta da fogueira – um paraíso na terra.
    Pararam junto a uma árvore que guardava junto aos seus pés uma Al Khayma. Introduziram-se pela entrada situada a sul e sentaram-se ao lado do anfitrião, Isaac de Porthau, um francês rendido aos encantos do deserto, que os tinha convidado para uma ‘noite de descobertas mágicas!’
    Sentados num tapete composto por padrões geométricos simétricos aspiravam de um narguilê o fumo aromático do tabaco. O cheiro a pêssego desodorizava o ambiente. Os olhares perscrutavam o único objecto que ofuscava com um ilógico dourado o interior da Al Khayma, uma lâmpada.
    O silêncio mágico que se fazia sentir foi quebrado por Isaac de Porthau:
    ‘Diz-se que o conto de Aladino foi colocado n’As Mil e Uma Noites por Antoine Galland para despistar os curiosos. A história de Aladino é verdadeira e a sua lâmpada mágica é esta que os nosso olhos vêm.’
    ‘A ser assim porque nos convidou?’ – perguntou Henri d’Aramitz.

    [… um excerto …]

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