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várias coisas

24 Out
24 Outubro, 2017

Cada dia que passa ele fica com a ideia de que só serve para várias coisas, mesmo que negativas:

  • não educa
  • não aconselha
  • sustenta

o passado é um país estrangeiro de ali smith

23 Out
23 Outubro, 2017

Era uma vez um homem que, certa noite, durante um jantar social, entre o prato principal e o doce, subiu as escadas e fechou-se num dos quartos da casa. À medida que as horas se transformam em dias, e os dias, em meses, as consequências deste estranho ato repercutem-se para o exterior, afectando os donos da casa, os outros convidados, a vizinhança e todo o país.

Lamentavelmente não me deu pica. Deve ser aquela altura do mês em que se complica qualquer leitura. Coloquei o livro de lado e iniciei novos voos, noutras páginas.

When se returned her gaze to the street and saw the mundanity there – the people no more than insects – she realised she was right. But That the intelligence was ebbing, humankind – the real, bland, unadventurous, frankly lazy humankind – had begun to dominate.

From Human Maps (Flytrap) by Andrew Hook (página 159)

Wake up. Don’t you see the score here? It’s not just me that’s unhappy and dysfunctional, it’s all of western capitalism, the Duff-Hell-Opt world, shopping and selling and socially climbing, swarming over each other like rats, competing not co-operating, everyone looking for some materialist Shangri-la of consumer happiness, when all the time happiness lies somewhere else entirely…

from Sylvow by Douglas Thompson

Sense is the enemy of change and nonsense is the powder keg of disorder.

from Automatic Safe Dog by Jet McDonald

no smell

20 Out
20 Outubro, 2017

Um brincadeira inocente.

The most perfectly futile, the most sublime and absurd machines of all are of course: ourselves. We must embrace futility and absurdity. We must seize the machines that so wound us and make then part of us again, make love to hem, make them as magnificently ludicrous as ourselves. Then we, and they, will be whole again, and God will smile.

Mechagnosis by Douglas Thompson

platinum end #1 de tsugumi ohba e takeshi obata

18 Out
18 Outubro, 2017

Não posso dizer que gostei muito de Platinum End #1 de Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Acho que coloquei a fasquia demasiada alta depois Death Note.

A diferença entre as duas obras é muito bem resumida por Ian Wolf:

the central character [in Death Note] is a teenage boy fed up with life, who is guided by a supernatural force and given great power. Both leads seemingly find themselves on the path to becoming a deity. However, while Light Yagami uses his powers for diabolic ends, killing anyone he suspects of doing anything wrong while being observed by a shinigami, Mirai Kakehashi is guided by an apparently more benevolent force.

via wikipedia

Mas, apesar de não ficar entusiasmado, sendo como sou vou arriscar ler o segundo volume.

polina de bastien vivès

18 Out
18 Outubro, 2017

Que obra! Bastien Vivés oferece um álbum de grande qualidade.
Os desenho não são servidos em fogo-de-artifício; a razão porque funcionam tão bem com o texto.

Admirável. Um poema.

de lado – 0061

18 Out
18 Outubro, 2017

“Há regras. Muitas regras”, disse ela; e com muita pena nossa nunca são cumpridas.